O sentimento durante e após ver o filme "era uma vez.." é inesquecível.
Quem não quer viver algo tão irreal como aquilo?
Eu quero você quer, todos querem. ( Não falando que o nosso namoro é uma merda ta amor, você é o melhor namorado do mundo. te amo bj hihi)
Adoro ver romances, quase sempre trazem uma mensagem significativa pra vida de quem assisti.
Em "era uma vez..." me fiz duas perguntas pertinentes durante o filme todo: Até aonde somos capazes de ir pra ser feliz com a pessoa que julgamos certa para habitar, fazer parte de algo tão grandioso (nosso coração) e se por acaso julgar a pessoa certa, porque as pessoas de fora tentam botar as opiniões delas na frente das nossas?
Por exemplo, hoje em quanto conversava com uma amiga minha ela disse que a mãe dela não a deixava namorar com um menino que ela é apaixonada e vice e versa, pois o achava que a ia fazer mal. E eu só me faço uma pergunta. Por quê? Não vai adiantar a mãe, o pai, o fulano proibir. E o.k, vamos pela realidade de que ninguém é tão bonzinho assim. E se garoto é de fato um mau elemento? A mãe dela tava certa, ela é mais vivida sabe só no olhar quem não presta, mas a minha amiga não. Ela tem que viver, ela tem que ter a dor de perceber que o tal não presta. Não adianta quererem que pulemos essa barreira da dor da decepção, pois ela vai chega mais dias ou menos dias e ela, somente ela, vai perceber isso. Pois deixará de ser uma opinião da mãe e se tornar dela. E acreditem. Isso muda tudo!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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