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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Fico pensando que ninguém se cura de nada nunca. E a dor são os poros por onde transpira a escrita. Tudo sobra em mim, e ao mesmo tempo não há nada em mim. Eu sofro de nada, e de ninguém.
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Veeeeeem 2010
Um grito de paz
Irônico, não?
Esse é o triunfo
Não machuque aquilo que não pode matar
sim, AME
Seja marginal, ame
Outros corações batem como o nosso
Fico pensando que ninguém se cura de nada nunca. E...
Ele não está tão afim de você
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