"Amar poderia ser apenas amar.
Mas amar é ser bicho novamente e viver em franca espontaneidade.
Amar é ser humano.
E as máquinas não amam. Por isso, nossos homens modernos não amam, porque são máquinas. E as máquinas têm funções objetivas, das quais não podem fugir.
Hélio Oiticica diria: "Seja marginal, seja heroi".
Eu digo: "Seja marginal, ame!"
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